sábado, 25 de abril de 2009

Why so Serious?



Porque tem de ser tudo assim tão certinho e falso como a "high Society" nos impõe? Tem de ser tudo de acordo com os padrões, a cultura e com a maioria. EU sozinho não sou a maioria, porra! Tenho minhas vontades próprias e não me enquadro muito bem nessas suas regrinhas capitalistas. Porque eu tenho que cobrir o meu rosto com uma mácara de quase um quilo de maquiagem, só para ir à uma festa ou à um encontro chamado "formal"? Quer dizer então que nesses dias tenho de ser alguém que não seja a mesma do meu dia-a-dia? Porque é que eu tenho de gostar de salto, só porque eu sou mulher? Salto... aquela coisa desconfortável, incerta e insegura. É incrível as transformações mútuas e rápidas de um mesmo ser. O melhor exomplo é reparar em uma festa.

Começo da festa: Mulheres com cabelos chapados ou com penteados 'de rainha', maquiagem que até petrificam a pele, um vestido enorme, de preferência com bastante brilho, e pra finalizar, um salto enorme e de bico fino. Todas elas sentadas e comportadas, se cumprimentando com três beijinhos.

Final da festa: Mulheres literalmente descabeladas, a maquiagem desfeita ou já quase inexistente, dando a aparência de cansaço; o vestido todo amarrotado e segurado nas mãos, de forma a torná-lo mais curto. O salto? Esse, ou se encontra debaixo da mesa ou em algum canto próximo à pista de dança, pois as mesmas mulheres comportadas de antes, agora perderam a sua tão pomposa classe e charme, e se submeteram à "Dança do Créu".

Dança e letra, que ridiculariza ainda mais a imagem da mulher, nessas berrações como o Créu e outras 'aberrações', que não podem nem sequer ser chamadas de músicas. Tipos esses vulgares, obscenos, ricículos e de submissão da mulher, que infelizmente aceita sua posição, prestando-se o papel de mulheres-frutas. Nunca antes foi tão explícito o sexo e a falta de vergonha na cara.

Seria eu mesmo assim obrigada a seguir essas normas? Me excluo "dessa" sociedade então e me junto aos que ainda tem um censo crítico de análise e dão valor ao ser que são. Me junto àqueles que ainda tem respeito a si mesmo e áqueles que valorizam a vida e as coisas simples presentes nela, sem ser necessário se passar por outra pessoa para seguir as regras capitalistas.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Protesto!


Às vezes há momentos em nossas vidas em que paramos pra pensar nas atitudes do ser humano, e ficamos revoltosos e ao mesmo tempo impressionados com a capacidade que ele tem de fazer acontecer.

Porque é que é... que a sociedade nos impõe regras e normas a serem cumpridas? Porque temos que seguir um padrão de beleza, ditado pela "higth society"? Porque o capitalismo dita até mesmo a hora que devemos dormir?

O mundo hoje é dividido entre classes... não dos mais cultos, mais sábios, mais merecedores, mais experientes....e sim daqueles que são mais "possuidores". Que ostentam mais bens materiais. Pior que isso, mesmo esses bens, são ainda escolhidos e ditados.

Porque é que tem de ser tudo padronizado? Porque temos de deixar os copos mais bonitos de nossa casa, para quando recebermos visitas? Até isso? Porque existem viagens de primeira classe, se a Declaração dos Direitos Humanos, diz que somos todos iguais?

Porque temos que aceitar calados à repressão? Porque temos de aceitar tudo calados????

Simplesmente porque optamos pelo mais cômodo, pelo que nos dê menos trabalho. Tudo está assim como está, por nossa própria culpa. Vamos pintar nossas caras e sair às ruas e mostrar o nosso valor. Vamos sair às ruas e mostrar que estamos insatisfeitos. Vamos sair às ruas principalmente com a vontade de ser alguém, alguém diferente, com a esperança, e a força.

Protestemos a vida que nos empõem! Sejamos livres e sábios ao fazermos nossas escolhas!!!
Vamos sair por aí... nos respeitando ainda mais. Nos valorizando mais.

Que sejamos nós mesmos diante da humanidade!!




quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

medO...seria essa a palavra?


As decisões que são tomadas em nossas vidas, atordoam-nos constantemente por não termos a certeza de que foi o melhor caminho. Até aqui, é fato de que todos nós já paramos pra pensar.

O que intriga é que fatos que parecem simples no cotidiano da esmagadora maioria, às vezes pode ser um detalhe que faz total diferença na vida de alguns poucos.

Peguemos o exemplo do vestibular...(claro.. estou vivenciando isso, e aí se torna mais fácil falar a respeito).

Tudo começa com aquela famosa pergunta que fazemos à nós mesmos:"Que curso eu vou escolher pra mim?" , seguido de: "Será que isso mesmo que eu quero?" Passada essa dúvida cruel e lançada a 'sorte' de ser mesmo esse curso... começa a correria....(principalmente pra quem ainda tem de dividir o pouco tempo com o Ensino Médio).


Surpreendentemente o vestibular se torna cada dia mais próximo, e a ansiedade cada vez maior... e tomando agora a questão do título, caberia agora o uso do termo 'medo'. É! Por mais que se queira negar o medo nos acompanha e se faz presente. Aquele medo de errar, de não conseguir se lembrar das monstruosas fórmulas, de se esquecer de detalher, de cair nas pegadinhas...resumindo se ao medo de não estar na lista de aprovados.

Fugindo do tema vestibular e aplicando a vida normal de pessoas normais, o medo é também algo normal. Certa vez ouvi alguém dizer que a coragem não é a ausência de medo e sim o domínio dele. Essa certa pessoa estava certa. Nem os mais populares heróis que marcaram a vida da sociedade, como Che Guevara, ou mesmo, puderam dizer que nunca experimentaram desse sentimento. Até nosso grande Tim Maia teve medo um dia.

De acordo com definições o medo é um sentimento que proporciona um estado de alerta demonstrado pelo receio de fazer alguma coisa, geralmente por se sentir ameaçado, tanto fisicamente como psicologicamente. Mas o medo é pessoal, vem de cada um, e tem as consequências e proporções de acordo com cada pessoa.

O medo pode ser tanto o pior inimigo do homem, quanto o melhor amigo. Melhor amigo? É! O medo é o receio, e através dele a precaução de certas ações. Diante do medo evitamos certos tipos de ações que possam vir a nos prejudicar.

Cabe a cada um saber 'dosar' a quantidade de medo que deve sentir, e saber dominá-lo em seus limites!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

eloqüencias...


A eloqüencia de uma pessoa não se resume ao fato de se falar bem. É desprezével pensar que um ser se garanta por "achar"ser bom falante.. isso seria ambigüidade!

Apedeutas aqueles que se julgam melhores que os outros. Nesse mundo não há melhores nem piores. Tal julgamento decorre de situações distintas e várias.

Dessa forma, vejo-me inépce a julgar alguém pela forma com que se apresenta a mim. E aquela antiga falácia "a primeira impressão é a que fica", não passa agora de um paradigma.

Seria blasfêmia de minha parte dizer que nunca me julguei melhor que alguém. Porém verídico, olhando pelo lado de que, comparando pontos distintos, pode-se chegar a conclusões de que existam pessoas mais aptas que outras, sendo assim generalizadamente "melhores".

Pensamentos insípidos e simplistas não me servem, nem ao menos pessoas eivadas de falácias. Isso seria de certa forma lívio e redundante.

Repentinamente percebo a hora propícia de deixar de falar, ao modo de que muito do que tenho falado até aqui, se mostra no mínimo incompreensível à primeira 'vista'. As pessoas deixam passar por elas momentos e aconteceimentos que as vezes se tornam notórios tardiamente, e fazem isso porque no seu íntimo buscam por experiências desafiantes à elas próprias. Busque por seus próprios desafios, sem deixar passar por despercebido, simplicidades que fazem toda a diferença!